Permita-me contar-lhe uma história sobre a habilidade singular da escritora Noh Hee Kyung em capturar as sutilezas da vida cotidiana. Noh Hee Kyung é uma mestra em tecer histórias que, apesar de aparentemente simples e tranquilas, são repletas de significado e profundidade emocional. Ela é capaz de observar as pequenas coisas que muitos de nós passamos despercebidos em nosso cotidiano corrido e transformá-las em histórias cativantes e envolventes.
É exatamente essa habilidade que torna as histórias de Noh Hee Kyung tão atraentes. Não há nada de excepcional, explosivo ou melodramático acontecendo aqui. Em vez disso, ela se concentra nos detalhes que dão vida à narrativa e na maneira como os personagens lidam com seus desafios pessoais. Suas histórias são muitas vezes inconclusivas, deixando-nos a nos perguntar se o personagem em questão conseguirá superar seus dilemas. Assim como na vida real, nem sempre há uma solução pronta ou um final feliz garantido.
Com isso em mente, é justo dizer que as histórias de Noh Hee Kyung não são para todos. Elas são lentas, contemplativas e longas, como a suave música de abertura de um programa de TV. É como se estivéssemos assistindo a uma novela de Manoel Carlos, mas em vez de se passar em um ambiente urbano sofisticado, os personagens são pessoas comuns, vivendo em subúrbios ou vilarejos. No entanto, isso não significa que as histórias sejam menos impactantes ou envolventes. Na verdade, é exatamente o oposto: a lentidão e o ritmo contemplativo das histórias nos permitem mergulhar mais profundamente no mundo dos personagens e nos conectar com eles em um nível mais pessoal.
Em suma, as histórias de Noh Hee Kyung são um convite para desacelerar e apreciar as nuances da vida cotidiana. Elas nos lembram que a beleza muitas vezes reside nas coisas mais simples e que mesmo as histórias aparentemente sem importância podem ter um significado profundo. É uma verdadeira obra de arte narrativa e um testemunho do talento singular de Noh Hee Kyung como escritora.
Permita-me compartilhar com você uma história sobre as nuances e complexidades da vida cotidiana. Se você estiver procurando por romances tórridos, segredos de assassinato ou algo grandioso, pode parar por aqui. Mas se estiver interessado em histórias que poderiam ser sobre seus próprios vizinhos, familiares ou talvez até mesmo sobre você, com os altos e baixos que a vida tem a oferecer, então você está no lugar certo.
Embora este formato de narrativa possa resultar em alguns personagens favoritos e outros nem tanto, acredite que pode haver uma reviravolta na história que faça você mudar de ideia. Nesta ilha, todos os personagens têm sua importância e eu gostaria de destacar alguns deles.
No início, eu confesso que não gostei muito do núcleo das sereias, onde Yeong Ok (interpretada por Han Ji Min, conhecida por seus papéis em Familiar Wife, Hyde Jekyll, Me e Uma Noite de Primavera) é uma personagem que vive fugindo de compromissos e laços. Como uma gata de rua desconfiada, ela tem medo de se envolver e sofrer novamente. No entanto, à medida que sua história se desenrola, comecei a ter mais carinho por ela. Yeong Ok não é um anjo salvador, mas sim uma personagem que possui características humanas e defeitos. É justamente essa complexidade que a torna tão realista e fascinante.
Em suma, as histórias desta ilha são um convite para nos conectarmos com as experiências e sentimentos humanos. Elas nos lembram que a vida nem sempre é fácil, mas é justamente nesses momentos de dificuldade que podemos encontrar força e crescimento. Então, venha comigo e mergulhe nesta jornada de altos e baixos que é a vida.
Continuando com a minha narrativa sobre a vida na ilha retratada na série, gostaria de destacar mais alguns personagens que me chamaram a atenção.
Inicialmente, o capitão interpretado por Kim Woo Bin (de Herdeiros) não me agradava muito, devido à sua relação intermitente com Yeong Ok que me incomodava. No entanto, fiquei sabendo que o ator voltou aos palcos depois de vencer uma batalha contra o câncer, o que tornou sua atuação ainda mais admirável. Por outro lado, a atriz Shin Min A (conhecida por seus papéis em Minha Vênus e Hometown Cha Cha Cha) interpreta uma personagem interessante que retrata a depressão de forma estética e realista.
Lee Byung Hun (conhecido por seu papel em Mr. Sunshine) interpreta um vendedor ambulante que pode ser facilmente identificável no nosso dia a dia. Sua relação complicada com a mãe (interpretada por Kim Hye Ja, de Dear My Friends) é um dos aspectos mais marcantes do personagem, e ver suas cenas juntos pode ser angustiante, especialmente porque a mãe tem um câncer não tratado. No entanto, a série se esforça para explicar por que Lee Byung Hun tem ressentimentos em relação à mãe, mostrando que suas atitudes não são apenas uma questão de pura ingratidão, mas sim o resultado de feridas emocionais de uma criança rejeitada.
Em suma, a série é uma jornada emocional que nos leva a refletir sobre a complexidade das relações humanas e como elas podem moldar nossas vidas. Ela nos mostra que, por trás de cada personagem, há uma história única e importante, que merece ser ouvida e compreendida. Venha conosco nesta jornada de altos e baixos, e permita-se se emocionar com as histórias que a ilha tem a contar.
Entre todos os personagens envolventes da série, você tem uma personagem favorita e eu entendo o porquê. Eun Hui, a chefona bem-sucedida financeiramente do mercado, é interpretada pela talentosa Lee Jung Eun (conhecida por seus papéis em Juvenile Justice e Para Sempre Camélia). Achei fascinante a maneira como a série desenvolveu a personagem, mostrando sua jornada em relação à parte amorosa e suas amizades, incluindo aquelas amizades de longa data que às vezes toleramos, mas que acabam se tornando insuportáveis quando abrimos os olhos. A complexidade de sua história torna-a uma personagem que é fácil de se identificar e torcer por ela.
Outro núcleo que me cativou muito foi o da vovó Chun Hui (interpretada por Ko Du Shim, de Para Sempre Camélia, My Mister e Dear My Friends) e sua netinha Eun Gi (interpretada por Kim So Yu, de Hospital Playlist, Oh My Baby e Amor, Casamento e Divórcio). Embora o choro excessivo de Eun Gi pudesse ser um pouco irritante às vezes, para mim, esses episódios foram os mais fortes e emocionantes. O relacionamento entre avó e neta é retratado de forma tocante e realista, e a maneira como a série lida com temas sensíveis, como a morte e a perda, é realmente comovente.
Em resumo, a série nos apresenta uma galeria de personagens humanos e emocionantes, que nos fazem refletir sobre as complexidades da vida cotidiana. Cada história é única e importante, e todas elas têm algo a nos ensinar sobre amor, amizade, perda e crescimento. Se você está procurando uma jornada emocionante e reveladora, a ilha da série é definitivamente um lugar que você deve visitar.
Em conclusão, alguns podem considerar a série Our Blues como “chata”. A história retrata a vida dos moradores de uma ilha, com suas pequenas conquistas e infelicidades do dia a dia. Embora a trama possa parecer lenta e estendida em alguns momentos, com alguns núcleos mais longos do que o necessário, como o da gravidez na adolescência, interpretados por Roh Yoon Seo e Bae Hyun Sung (de Hospital Playlist e Extraordinary You), a série cresce em você conforme você se aprofunda nos personagens e começa a entender suas motivações.
Esta não é uma série de entretenimento simples, mas sim uma espécie de contemplação da vida real. Embora os primeiros episódios possam não agradar a todos, se você gosta deste tipo de história, espere até encontrar seu núcleo favorito. É muito provável que algum deles toque em um assunto que lhe seja caro, e a partir daí, você se sentirá cada vez mais imerso na obra, ansiando por saber o que acontece com aquele personagem favorito.
Em resumo, Amor e outros dramas (Our Blues) pode não ser para todos, mas para aqueles que se permitem entrar nesta jornada emocional, a série é uma bela reflexão sobre as complexidades da vida humana, retratando de forma realista e tocante as dores e as alegrias que todos nós enfrentamos.
pesar de suas possíveis falhas, eu recomendo fortemente a série Our Blues para aqueles que procuram uma história sensível e complexa, rica em humanidade e simplicidade. A série não se concentra em um casal apaixonado, poderes mágicos ou dramalhões forçados. Em vez disso, é uma história coletiva, na qual as pequenas nuances das vidas individuais se tornam “nossas”, criando um coletivo de tristezas e felicidades agridoces que compõem uma ilha pacata, que por sua vez está interligada com seus vizinhos no continente.
O senso de comunidade dos personagens é extremamente comovente, especialmente quando conhecemos as particularidades de cada um e vemos como elas convergem para o grande e mais triste momento da série. Cada um dos moradores colabora e faz parte de algo maior e inevitável para todos eles. Não é essa solidariedade e coletivismo belo o que muitas vezes é perdido nas grandes cidades? A humanidade da ilha de Jeju resgata isso de uma forma tocante e inspiradora.
Em resumo, Amor e outros dramas é uma história de amor em várias formas que fala sobre a humanidade e nos lembra que todos somos partes do mesmo azul. Se você está procurando uma série que seja realista e emocionalmente envolvente, não perca a oportunidade de visitar esta ilha encantadora.
Os dois primeiros episódios foram os mais intensos meu Deus como eu chorei horrores! Recomendo muito ver este dorama, é extremamente envolvente!
Esse doramanão fez nenhuma promessa e cumpriu tudo! Confesso que o primeiro episódio não me cativou, mas insisti e foi uma escolha feliz! Pessoal, uma série madura que trata de assuntos extremamente relevantes como interrupção voluntária da gravidez, dependências, amizades prejudiciais, relacionamentos amadurecidos, abusos, inclusão, preconceito, tristeza, valores do perdão e muito mais.
Prepare seu lenço, porque alguns episódios deixam você sem ar! Os atores de Amor e outros dramas se envolvem intensamente e em alguns momentos parece que aquilo nem é representação.
Essa é uma novela para ser assistida aos poucos, refletir, rir e chorar. De 10, vale 10!
Novela adulta, abordando assuntos de grande importância, sem apelação, incrivelmente gratificante!